Nem mesmo todo o Oceano – CAIXA Cultural Salvador

Project

Nem mesmo todo o Oceano – CAIXA Cultural Salvador

ESPETÁCULO TEATRAL “NEM MESMO TODO O OCEANO” NA CAIXA CULTURAL SALVADOR

Protagonizada por Leonardo Bricio, peça aborda repressão nos primeiros momentos do golpe militar no Brasil

De 3 a 6 de novembro (quinta-feira a domingo), a CAIXA Cultural Salvador apresenta o espetáculo de teatro “Nem Mesmo Todo o Oceano”, que aborda os instantes que antecederam o golpe militar no Brasil e os primeiros momentos de repressão. O público poderá conferir os espetáculos quinta-feira a sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

Em circulação pelo país desde a sua estreia, em 2013, a peça chega pela primeira vez a Salvador. A montagem, protagonizada pelo ator Leonardo Bricio, é um thriller contemporâneo ambientado em um romance histórico. Seis atores em cena se intercalam nos diversos personagens da trama, explorando a liberdade de um palco sem cenário.

Os ingressos serão vendidos a preços populares, a partir das 9h da quinta-feira (3), para todas as sessões, na bilheteria da própria CAIXA Cultural Salvador, na Rua Carlos Gomes, 57, Centro.

O início do golpe de 1964

A peça conta a história fictícia de um médico recém-formado, abordando questões de ética e valores morais. O público conhece a difícil infância de menino pobre no interior de Minas Gerais, os primeiros tempos de estudante vivendo em pensões no Rio de Janeiro, as decepções amorosas, as frustrações existenciais e a difícil sobrevivência em meio às feras do asfalto selvagem. Sobretudo, o texto enfatiza o processo de perversão espiritual do personagem.

O espetáculo narra momentos duros da história recente do país, o que permite a criação de uma empatia imediata com a plateia. “Na peça, fatos reais se misturam à ficção, nos trazendo imediata identificação de uma das mais agravantes e dolorosas épocas do nosso país, a era da inocência perdida”, comenta a diretora Inez Viana. Na encenação, Leonardo Brício é acompanhado pelos atores Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell.

“Nem Mesmo todo o Oceano” é um projeto da Cia OmondÉ. A montagem resulta da adaptação que a diretora Inez Viana fez do romance homônimo do escritor e dramaturgo Alcione Araújo. A peça foi indicada ao Prêmio APTR na categoria Melhor Produção e ao Prêmio Questão de Crítica, nas categorias Melhor Direção e Melhor Trilha Sonora.

 

Ficha Técnica:

Autor: Alcione Araújo

Adaptação e Direção: Inez Viana

Direção de Produção: Claudia Marques

Elenco: Cia OmondÉ – Leonardo Bricio, Iano Salomão, Jefferson Schroeder, Junior Dantas, Luis Antonio Fortes e Zé Wendell

Iluminação: Renato Machado

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Figurino: Flávio Souza

Consultoria Dramatúrgica: Pedro Kosovski

Assistentes de Direção: Carolina Pismel, Debora Lamm e Juliane Bodini

Programação Visual: Dulce Lobo

Produção Executiva: Jéssica Santiago

Assistente de Produção: Thamires Trianon

Operação de luz: Ana Luzia Molinari de Simoni

Operação de som: João Gioia

Produção e comunicação locais: Ana Camila Comunicação & Cultura

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

 

Informações à imprensa:

Ana Camila | (71) 99148-4281 | 98771-2243 | contato@anacamila.com

 

Serviço:

Teatro – Nem Mesmo Todo o Oceano

Período: de 3 a 6 de novembro de 2016

Horários: às 20h (quinta-feira a sábado) e às 19h (domingo)

Local: CAIXA Cultural Salvador – Rua Carlos Gomes, 57, Centro – Salvador (BA)

Ingressos: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

Duração: 80 minutos

Informações: (71) 3421-4200

Classificação indicativa: não recomendado a menores de 16 anos

Conveniência: estacionamento gratuito ao lado

Fotos em alta resolução: http://bit.ly/oceanosalvador

Teaser do espetáculo: http://vimeo.com/73329373

Mais informações: www.caixacultural.com.br

 

Sobre a Cia OmondÉ

A Companhia surgiu no final de 2009 da vontade da diretora e atriz Inez Viana em formar um grupo com atores vindo de várias partes do Brasil, para o aprofundamento de uma pesquisa cênica, onde a diversidade, a brasilidade e o diálogo com a cena mundial contemporânea – tendo como grande mentor o diretor inglês Peter Brook – fossem estudados.

Os trabalhos da Companhia buscam levar o espectador a ser cúmplice não-passivo, co-autor e não somente voyer do espetáculo. O repertório da OmondÉ compõe-se das peças: As Conchambranças de Quaderna (2009), de Ariano Suassuna; Os Mamutes (2011), de Jô Bilac; Nem Mesmo Todo o Oceano (2013), de Alcione Araújo; Infância, Tiros e Plumas (2015), de Jô Bilac e Os Inadequados (2016), com texto da própria Cia.

Author

Ana Camila

Date

7 de Maio de 2017

Tags