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Universo da cultura indígena é tema de exposição em Salvador

Intitulada As Cores de Omame, mostra reúne os artistas plásticos Eder Muniz, Artur Soares e Sirc Heart em telas inspiradas em texto de líder indígena.

 

Salvador receberá no próximo dia 04 de maio de 2017 (quinta-feira), às 19h, a abertura da exposição As Cores de Omame. Promovida pelos artistas plásticos Eder Muniz, Artur Soares e Sirc Heart, a mostra integra 75 telas que traduzem em linguagem visual o universo da cultura indígena. A exposição acontece no charmoso espaço Casa do Bosque, localizada na Alameda das Algarobas, nº138, Caminho das Árvores, e fica aberta até o dia 06 de junho.

A exposição surgiu da experiência compartilhada entre os três artistas diante do texto do xamã Davi Kopenawa Yanomami. “Omame também é artista. Omame é artista do mundo todo. Omame é criador de tudo o que existe”, enuncia o xamã e líder indígena do povo Yanomami no livro A queda do céu (Companhia das Letras), que escreveu com o etnólogo francês Bruce Albert. O texto, afixado dentro de uma oca indígena, recebeu o público visitante da Bienal de Arte de São Paulo em 2016, onde a artista Sirc Heart o leu pela primeira vez.

Inspirados pela mensagem do livro que exalta, entre outras questões, a experiência e conexão espiritual com os ancestrais indígenas, Eder Muniz, Sirc Heart e Artur Soares decidiram toma-lo como gancho para a exposição As Cores de Omame. Em comum, as telas apresentam um olhar artístico contemporâneo de respeito e devoção às manifestações da natureza. A curadoria realizada por Eder Muniz ressalta não somente esta relação com a natureza, mas o modo como os três artistas se sentiram tocados pela mensagem do livro.

A delicadeza do traço e sutileza das cores envolvem uma mensagem de força no trabalho de Sirc Heart, assim como a organicidade mora nas linhas internas das obras de Artur Soares. A representação das formas da natureza é orquestrada em uma fábula de cores vibrantes que narra uma história fantástica contada por Eder Muniz.

As 75 telas em exposição misturam técnicas como aquarela, ilustração e linoleogravura, e estarão à venda durante todo o período da mostra.

 

SERVIÇO

Exposição As Cores de Omame

Por Eder Muniz, Artur Soares e Sirc Heart

Abertura: dia 04 de maio de 2017 (quinta-feira), às 19h

Período de visitação: de 05 de maio a 06 de junho

Onde: Casa do Bosque: Alameda das Algarobas, nº138, Caminho das Árvores.

Quanto: Grátis. Venda de quadros com preço sob consulta

Realização: Eder Muniz / Laje Arquitetura e Interiores / Casa do Bosque / Benza 3 Soluções Criativas

 

Sobre os artistas:

Eder Muniz –  Nascido em Salvador em 1982 e criado no interior da Bahia, Eder Muniz aprendeu na prática a arte do grafite e tornou-se um grande expoente da arte urbana. Autodidata também nas outras técnicas visuais, ele tem se destacado principalmente pelas pinturas em muros com spray e quadros em aquarela, com um estilo marcado por cores intensas. Muniz já expôs no exterior, em Nova York, Filadélfia e Itália.

Sirc Heart – Nascida em Salvador, e consciente da necessidade absoluta da arte na vida, iniciou sua busca ainda criança. Autônoma e na certeza do caminho a ser trilhado, dialoga com o intangível, buscando a compreensão da alma na estrutura da Poesia Divina. Amanifestação da sua arte é vista em suportes como papel e tecido, onde costura, borda, cola e aquarela, usando o lápis de cor ou a tinta acrílica como seus instrumentos de trabalho.

Artur Soares – Artur desenvolve gravura através de entalhe, recortes e desenho. Retira matéria da chapa para abrir a luz, e deixa o que será a cor. Sua obra é um reflexo gráfico da estrutura humana. Acredita na arte como veículo de experiências mútuas. Ritmo e forma da natureza humana nas diversas tensões estabelecidas entre dentro e fora de si. Humanidade no traço, e olhar sob a natureza da alma é o que move o trabalho deste baiano de Lençóis, graduando na Escola de Belas Artes de Salvador.

 

Omame

“Omame também é artista.

Omame é artista do mundo todo.

Omame é criador de tudo que existe.

Ele primeiro criou a Si mesmo, depois inventou

as florestas, os céus, as àguas, as cores

e com as core pintou a Natureza.

Omame é o espírito grande que mora

em tudo na Natureza.

Com sua lança Ele quebrou uma pedra dura

e do fundo da rocha apareceram as àguas,

os rios, os peixes, as sereias.

Foi Omame quem descobriu a primeira mulher,

a sereia Thaweyomaa, filha da cobra grande

que mora no mar.

Com a seria, ele criou todos os índios

e os brancos do mundo.

E depois criou todas as coisas boas

para o povo da Terra…

a semente da banana, do cará

pupunha, cana, macaxeira…

Os brancos esqueceram de Omame.

Os brancos criaram seu Deus,

o diabo e o pecado.

Os brancos precisam lembrar de Omame.

E porque Omame também é artista

porque ele criou a dança, a música, a pintura.

Vocês (artistas) devem ajudar o branco a lembrar de Omame,

usando seu nome e explicando como ele se manifesta.”

 

Davi Kopenawa Yanomami

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Tattoo Show 2012 reúne em Salvador artistas da tatuagem de renome nacional e internacional

Em sua quarta edição, o evento abrange uma série de atividades que promovem a arte da tatuagem para o público em geral

 

Neste sábado, dia 1º de dezembro, acontece a quarta edição do Tattoo Show 2012 no Studio de Arte, no Rio Vermelho. O evento reúne em Salvador profissionais da tatuagem com experiência no Brasil e no exterior, promovendo um dia inteiro de atividades com o intuito de criar um ambiente de cultura e intercâmbio artístico entre os tatuadores. Além disso, os artistas expõem ao público o trabalho dos profissionais envolvidos, bem como da arte feita na pele no dia-a-dia dos estúdios.

O Tattoo Show é idealizado pelos tatuadores baianos Isaac Tocinho, Aurélio Batata e Esquerda Tattoo. A expectativa é de que o evento mantenha o sucesso dos anos anteriores, que contou com exposição de mais de 50 obras de tatuadores, incluindo trabalhos em telas, body suit (tela em formato do torso humano), shapes de skate e outros suportes. No seu quarto ano, o Tattoo Show se consolida como um dos eventos de tatuagem mais esperados no Brasil.

Com a intenção de contribuir para que a tatuagem seja vista pelo público em geral como mais um ramo das artes plásticas, o Tattoo Show oferece um dia inteiro de atividades que interessam não só aos tatuadores, mas aos apreciadores de trabalhos artísticos e curiosos. Exposições de ilustrações dos tatuadores e um encontro de Art Fusion, onde um grupo de artistas desenvolvem obras em que todos participam em sistema rotativo, são atividades garantidas no evento. Os ingressos custam R$10 (casadinha pelo mesmo preço até as 15h).

Tatuagens a preços especiais

O Tattoo Show 2012 terá como abertura a exposição de trabalhos artísticos dos tatuadores, e logo depois uma ação para promover a rotatividade de público e a diversidade de estilos desenvolvidos pelos artistas, o Wings Flash Day. Tatuagens serão feitas no local do evento por artistas convidados, a um preço único (R$200) abaixo do valor normal cobrado nos estúdios. Todas as tatuagens deverão ter o tema de asas, cujos desenhos serão levados prontos ou idealizados pelos artistas que participam do evento.

 

SERVIÇO

O QUE: Tattoo Show 2012

QUANDO: 1º de dezembro de 2012 (sábado), a partir das 10h

ONDE: Studio de Arte (Rua da Paciência, 68, Rio Vermelho, ao lado da Farmácia Santana)

QUANTO: R$10 (casadinha por este preço até as 15h)

REALIZAÇÃO: Studio de Arte e Esquerda Tattoo

INFORMAÇÕES: (71) 3334-0482www.facebook.com/studiodearte

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Exposição fotográfica “Olhar em Repouso” apresenta o trabalho da artista baiana Patricia Almeida

Fotógrafa expõe entre os dias 17 de abril e 12 de maio na Galeria do ICBA

 

No dia 17 de abril tem início a exposição “Olhar em Repouso”, da fotógrafa Patrícia Almeida, na Galeria do ICBA (Corredor da Vitória), às 19h. Com visitação gratuita, a mostra fica em cartaz até o dia 12 de maio, de segunda a sábado, das 9h às 18h. Em sua primeira exposição individual, a artista apresenta um trabalho que tem como ponto de partida a potência do olhar, sem a necessidade de estabelecer narrativas ou discursos prévios.

Patricia Almeida cultiva um tempo lento, um olhar em repouso, em contraste com a velocidade frenética que parece caracterizar os dias de hoje. “Esta exposição é o resultado de um trabalho coletivo sobre as fotografias que fiz ao longo dos últimos anos. Meu interesse sempre foi o de registrar meu olhar sobre os lugares por onde passei, e os curadores, junto comigo, identificaram as relações potenciais entre as imagens, criando os recortes apresentados na mostra”, comenta a artista, que tem formação em Arquitetura e Urbanismo.

A curadoria é composta pelos profissionais Alejandra Muñoz, Daniel Sabóia, Diego Mauro, Ícaro Vilaça, Johanna Gaschler e pela própria Patricia Almeida. O material escolhido pela equipe explora as duas galerias do ICBA, apresentando as fotografias em diferentes suportes (ampliações e projeções).

Produzida pela Dimenti Produções Culturais, a mostra tem financiamento da Secretaria de Cultura, através da Demanda Espontânea do Fundo de Cultura da Bahia, e conta com o apoio do Instituto Cultural Brasil-Alemanha/ Goethe-Institut (ICBA), Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (FAU/UFBA) e Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia (PPGAU/UFBA).

A abertura da exposição, no dia 17 de abril, será marcada pela presença da DJ Liv Drummond e segue aberta à visitação até o dia 12 de maio, de segunda a sábado, das 9h às 18h. A entrada é gratuita.

 

Conversas sobre fotografia

Como programação paralela, a exposição “Olhar em Repouso” promove as “Conversas sobre Fotografia”, debatendo aspectos da imagem como documento e discurso, além de seu papel na arte contemporânea. Serão duas sessões, uma no dia 26 de abril na biblioteca do ICBA, e outra no dia 03 de maio no auditório do ICBA, sempre às 19h.

A primeira conversa terá a participação de Eriel Araújo, artista e professor da Escola de Belas Artes, e a fotógrafa Renata Voss, com mediação de Alejandra Muñoz, professora da Escola de Belas Artes e uma das curadoras da mostra. A segunda conversa, mediada por Xico Costa, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFBA, contará com a presença dos pesquisadores Washington Drummond, professor de História da UNEB, e Claudia Pôssa, fotógrafa e professora do Instituto de Matemática da UFBA. Toda a programação é gratuita.

 

SERVIÇO

O QUE: Exposição “Patricia Almeida – Olhar em Repouso”

QUANDO: Abertura dia 17 de abril de 2012 (terça-feira), às 19h. Visitação de segunda a sábado até o dia 12 de maio de 2012, das 9h às 18h.

ONDE: Galeria do ICBA / Goethe Institut (Av. 7 de Setembro, 1809, Corredor da Vitória. Telefone: (71) 3338-4700)

QUANTO: Gratuito

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O QUE: Conversas Sobre Fotografia

26 de abril, às 19h, na biblioteca do ICBA:

Eriel Araújo e Renata Voss – mediação de Alejandra Muñoz.

03 de Maio, às 19h, no auditório do ICBA:

Washington Drummond e Claudia Pôssa – mediação de Xico Costa.

 

Informações: www.olharemrepouso.com.br

Informações à imprensa:

Ana Camila | Maria Clara

anacamila.imprensa@gmail.com | (71) 8111-8417 | (71) 9148-4281

Sugestão de entrevista: Patricia Almeida

Patricia Almeida (Salvador, 1985) desenvolve trabalhos na área de fotografia desde 2007. A princípio voltado para o registro arquitetônico, seu trabalho passou a explorar as relações entre tempo e espaço através do olhar fotográfico. Atualmente, conclui o curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal da Bahia, tendo realizado parte dos seus estudos na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP), Portugal.

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Roteirista baiano lança HQ “O Quarto ao Lado” na Livraria Cultura

Financiado pelo Fundo de Cultura da Bahia através do Edital Culturas LGBT, o livro foca em questões que envolvem a descoberta sexual

 

No próximo dia 09 de janeiro, quarta-feira, a Livraria Cultura (Salvador Shopping) sedia o lançamento da HQ “O Quarto ao Lado”, do roteirista baiano Marcelo Lima. O livro possui três histórias em quadrinhos e um conto passados em cidades baianas. Em comum, as narrativas mostram a tensão entre a intimidade e a estranheza que se sente durante todos os momentos de descoberta sexual e afetiva, principalmente quando os envolvidos possuem diferentes vivências de sua sexualidade e desejo. O lançamento acontece às 19h, e o livro será vendido a R$15.

O Quarto ao Lado é um livro de ficção patrocinado pelo Fundo de Cultura da Bahia (Secretaria de Cultura do Estado da Bahia + Fundação Pedro Calmon), selecionado no Edital de Culturas LGBT. Possui 104 páginas e formato 21X28cm. Idealizado pelo roteirista Marcelo Lima, o álbum tem como desenhista principal o ilustrador André Leal, com participações de Daiane Oliveira e Bruno Marcello, além de arte para a capa feita por João Oliveira.

 

SERVIÇO

O QUE: Lançamento do livro “O Quarto ao Lado”, de Marcelo Lima

QUANDO: 09 de janeiro (quarta-feira), às 19h

ONDE: Livraria Cultura (Salvador Shopping)

Preço do livro: R$15

 

Informações à imprensa:

Ana Camila | (71) 9148-4281 | contato@anacamila.com

Gisele Santana | (71) 8872-5492 | jornalismo.gi@gmail.com

 

Veja abaixo maiores informações sobre o livro e sua equipe.

Texto sobre o Livro:

O Quarto ao Lado traz três histórias em quadrinhos e um conto passados em cidades da Bahia – cujas sinopses você pode ler aqui: http://oquartoaolado.com/oquee/ ou ao final do e-mail. Em comum, são narrativas mostram a tensão entre a intimidade e a estranheza que se sente durante todos os momentos de descoberta sexual e afetiva, principalmente quando os envolvidos possuem diferentes vivências de sua sexualidade e desejo. As personagens principais vivem a poucos metros uma da outra, sempre no quarto vizinho – seja de frente para o outro, em prédios diferentes, ou separados por uma fina parede de um casebre, ou ainda literalmente, dentro do mesmo lar – e os desdobramentos tanto positivos quanto negativos dessa proximidade fornecem material para estas histórias.  Assim, esboça-se um retrato da dinâmica dos relacionamentos contemporâneos, onde a descoberta sexual e afetiva é realizada com maior abertura para a experimentação do sexo e dos sentimentos com pessoas do mesmo sexo e do sexo oposto – sem que para isso haja a obrigatoriedade de se definir como hetero, bi ou homo.

O Quarto ao Lado é um livro de ficção patrocinado pelo Fundo de Cultura da Bahia (Secretaria de Cultura do Estado da Bahia + Fundação Pedro Calmon), selecionado no Edital de Culturas LGBT. Possui 104 páginas e formato 21X28cm. Idealizado pelo roteirista Marcelo Lima, o álbum tem como desenhista principal o ilustrador André Leal, com participações de Daiane Oliveira e Bruno Marcello, além de arte para a capa feita por João Oliveira. Mais sobre os autores no link: http://oquartoaolado.com/autores/

 

SINOPSE D’O QUARTO AO LADO

Rafa é universitário e mora com Matias, em Feira de Santana. São amigos de infância desde Santo Amaro e jamais se desgrudaram… Pelo menos até o momento em que se inicia esta história. Algo estranho e muito íntimo aconteceu entre eles abalando a amizade e a intimidade do quarto ao lado. Uma das razões é a presença de Isa

…Ex-namorada  libertária do frustrado Rafa, que retorna de uma experiência transformadora na casa de seu pai e da madrasta Alessandra, em Santo Antonio de Jesus. Sua volta traz ainda mais confusão para a vida de Matias e Rafa.

Em uma cidade não identificada, Luisa encara o tédio de sua vida adolescente e sem novidades quando conhece a misteriosa Ticiana e o excitante Thácio, que fazem ela encarar de frente as necessidades mais urgentes em sua vida: provocar desejo em alguém e perder a virgindade.

 

Equipe Envolvida:

Marcelo Lima – Criador e escritor do álbum

 

Roteirista de HQs, audiovisual e games . É graduando em Comunicação Social – Jornalismo da Universidade Federal da Bahia. Até o início de 2012 pesquisava Histórias em Quadrinhos no Instituto de Letras da UFBa. Participou por dois anos do grupo de pesquisa em Cultura e Sexualidade – CUS, orientado pelo professor Leandro Colling – que foi fundamental para elaboração do argumento de “O Quarto ao Lado”. Atualmente trabalha como roteirista de vídeo no Centro de Tecnologia Industrial Pedro Ribeiro Mariani.

Nascido em Feira de Santana, Bahia, era apaixonado por HQs quando criança e retomou o hábito por puro acaso quando encontrou os gibis Sandman, Watchmen e Batman, O Cavaleiro das Trevas desprezados na casa de um amigo. De lá para cá seis anos se passaram e a curiosidade pelos quadrinhos deu lugar à busca incessante por oportunidades de trabalhar profissionalmente com a mídia. “O Quarto ao Lado” é seu primeiro livro como roteirista “solo”.

 – Quadrinhos publicados:

Kuei e a Senhora de Sárvar (2010) – roteiro; desenhos de Joe Santos Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira (2010) – roteiro com Marcos Franco; desenhos de Helcio Rogério Uma história de Muitas Cidades (2010) – roteiro; desenhos de André Leal – publicado nas Revista Fraude 7 e Revista Área 71; O Maior São João do Mundo (2010) – roteiro; desenhos de Marlon Tenório e Helcio Rogério. Disponível em: http://www.revistafraude.com/?p=774 Marcha da Maconha em Quadrinhos (2009) – roteiro; desenhos de Fabiano Gummo – publicado na Revista Fraude 6

– Prêmios

Melhor Álbum Independente “Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira” – 27º Troféu Angelo Agostini

Melhor Álbum Independente “Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira” – 6º Prêmio DB Artes – HQ Festival Acaraju/SE Melhor Quadrinho “Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira” XVIII Prêmio Expocom 2011 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação – Etapa Nacional, Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. 2º Lugar na Categoria Roteiro para Quadrinhos da 10ª Feira HQ – Piauí, Núcleo de Quadrinhos do Piauí. Indicação ao HQ Mix “Lucas da Vila de Sant”Anna da Feira” Publicações editadas

Revista Fraude 6, 7 e 8 – www.revistafraude.com Antologia Rabiscos vol.1

André Leal – Ilustrador principal das histórias O Quarto ao Lado Warren e Uiliam

 

Começou a desenhar como todo mundo, com lápis e giz de cera no jardim de infância. Gosta de misturar pessoas reais (quase sempre seus amigos) com personagens em HQs que faz sozinho ou em parceria, é o criador da personagem Patrícia Carla, uma atleta super veloz. No final dos anos 90, entrou para a faculdade de Filosofia na UFBA (Universidade Federal da Bahia) e, numa das matérias, passou fazendo um trabalho que era, em parte, uma HQ sobre Santo Agostinho. Publicou seus trabalhos em diversas revistas, jornais e sites, tais como Front (13 – Feminilidade, 15 – Medo, 16 – Morte, 19 – Sonho, Edição Especial Imigração Japonesa), Superinteressante, VIP, TRIP, A tarde, Correio da Bahia e outros. Trabalha como freelancer, faz ilustração e quadrinhos, ouvindo música o dia inteiro. Fez a HQ “São Jorge da Mata Escura” em parceria com Marcello Fontana, finalizou a “Quarta-Feira de Cinzas” com roteiro de Marcelo Saravá e agora este “O Quarto ao Lado”

http://andreleal.deviantart.com/gallery/

http://patriciacarla.wordpress.com/

Daiane Oliveira – Ilustradora convidada da história Um corpo estranho

 

(Salvador, 1985) Gravurista e desenhista, seu traço é caracterizado pelos fortes rabiscos. Sua pesquisa está focada nas relações humanas e é através da figura feminina e da exposição de suas fragilidades que aborda temas como desejo, pudor, solidão, liberdade, crueldade e expectativa.  Dentre as suas exposições mais significativas estão: Resíduo, selecionada pelo Edital Portas Abertas para as Artes Visuais da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) em 2007, e Bankside 9TG /SE1 London, Galeria ACBEU/ 2009. Participou da edição de 2010 do Circuito das Artes e do Salão Regional de Vitória da Conquista – no qual seu trabalho Tem Fogo? foi agraciado com o Primeiro Prêmio.

http://www.flickr.com/photos/daianeoliveira

http://www.behance.net/daianeoliveira

Bruno Marcello – Ilustrador convidado da história O Quarto ao lado

 

Nasceu em 1978 em Salvador. Cresceu numa família na qual a avó e o pai eram artistas, onde desde de pequeno ganhava tela e tintas pra pintar, papel e hidrocor pra riscar e tinha livros de arte e quadrinhos para olhar a vontade. Com o tempo desenhar se tornou sua principal diversão e obsessão. Estudava muito as história em quadrinhos para aprimorar seu traço. Fez o curso de Artes plásticas na Escola Belas Artes da UFBA e posteriormente uma especialização em Novas mídias e tecnologia para a criação pictórica no Instituto Universitário Nacional de Artes a IUNA em Buenos Aires Argentina. Atualmente Trabalha como Ilustrador, desenhista de quadrinhos, pintor e gravurista.

www.flickr.com/bua

bua.blogspot.com

www.facebook.com/brunomarcello.art

João Oliveira – Ilustrador de capa

 

João Oliveira graduou-se em Artes visuais (2011) pela Escola de Belas Artes da UFBA. Passeia por suas memórias deslocando-as no tempo e no espaço, a partir da utilização do desenho, do decalque e da gravura em metal, para criar um novo diálogo surgido da reorganização sutil de valores como bem e mal ou inocência e perversão. Em 2011 realizou “Ainda te lembras” (Salvador, BA/BR), sua primeira mostra individual. Em 2012 participou de mostras como o “Circuito das artes” (Salvador, BA/BR); “Escultura nova”, na galeria ACBEU (Salvador, BA/BR); “Cabra cega”, na Aliança Francesa (Salvador, BA/BR) e “Tomar uma coca-cola com você”, no CUCA (Feira de Santana, BA/BR). Participou também do “Imprima – Salão internacional de gravura” (Sobral, CE/BR), do salão de artes visuais da Bahia (Irecê, BA/BR), onde recebeu menção honrosa e da XI Bienal do recôncavo (São Felix, BA/BR).

 

Ficha Técnica:

Roteiro e concepção:

Marcelo Lima

Arte:

André Leal

Bruno Marcello

Daiane Oliveira

Arte da capa:

João Oliveira

Design e diagramação:

Caio Sá Telles

Produção executivo:

Maycon Lopes e Marcelo Lima

Assessoria de Comunicação:

Ana Camila e Gisele Santana

Revisão:

Rafael Raña

João Araújo

Patrícia Martins

Loraíne Vivas

Marcio Junqueira

Diogo Henrique

ISBN: 978-85-914081-0-8

Editado pelo próprio autor

Número de páginas: 108

Formato: 21 X 28 X 0,6 cm

Capa colorida, Miolo P&B

Financiado pelo Fundo de Cultura da Bahia através do Edital Culturas LGBT

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Projeto “Grande Área” promove intercâmbio entre grafiteiros em Salvador

  • Grupo ACIDUM (CE) e Derlon Almeida (PE) se unem a Samuca Santos (BA) e Tárcio Vasconcelos (BA) para intervenção nas ruas da capital baiana
  • Ideia é promover intercâmbio e troca de experiências em uma das regiões mais criativas do país na arte do grafite

 

Acontece em Salvador, entre os dias 6 e 12 de julho, o Projeto Grande Área 2014, realizado pelo Ministério da Cultura (MINC), Funarte e Fase 10 Ação Contemporânea. A ação promoverá um intercâmbio entre consagrados grafiteiros de diferentes estados do Nordeste, hoje considerado uma das áreas mais criativas do país na arte do grafite.

Estarão na capital baiana para participar do projeto a dupla ACIDUM, de Fortaleza, formada pelos artistas Robézio e Tereza, e o grafiteiro Derlon Almeida, oriundo do Recife. Ao lado dos baianos Samuca Santos e Tárcio Vasconcelos, eles grafitarão um muro no bairro do Aquidabã, diariamente, das 9h às 17h, até sábado (12).

Os baianos Samuca e Tárcio iniciarão a pintura no domingo (6) e, a partir de segunda (7), o pernambucano Derlon marca presença. Já a dupla ACIDUM se une aos artistas a partir de quarta-feira (9).

O Grande Área acontece entre junho e julho em seis capitais brasileiras, com ações envolvendo 13 participantes, entre artistas e coletivos, cujos repertórios transitam pelas diversas linguagens presentes hoje no campo das artes visuais contemporâneas, com destaque para Intervenções Urbanas, Projeções em grande escala, Performances, Videoarte e Grafite. Com curadoria de Xico Chaves e Luiza Interlenghi, a ação em Salvador permeia o tema “a arte pública com expressões do grafite nordestino”.

O projeto Grande Área tem como foco a difusão das artes visuais contemporâneas, valorizando a produção de artistas brasileiros residentes em diferentes estados, que desenvolvem os seus trabalhos na fronteira com outras manifestações artísticas, tais como o teatro, o cinema e a poesia. A proposta é valorizar manifestações artísticas experimentais, ampliando o alcance do público para possibilidades artísticas instigantes e transversalizadas. O Grande Área acontecerá em cidades onde o Ministério da Cultura (MINC) e a Funarte possuem representações: Belo Horizonte, Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

 

SERVIÇO

Projeto Grande Área 2014

De 11 de junho a 31 de julho de 2014

Locais: Belo Horizonte, Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo

Assessoria de imprensa (coordenação)
e-scrita comunicação
Júnia Azevedo
(21) 2122 3029 / 9 9124 6358
junia@escritacomunicacao.com.br

 

 

Ação em Salvador

Grupo ACIDUM (Fortaleza/CE), Derlon Almeida (Recife/PE), Samuca Santos (BA) e Tárcio Vasconcelos (BA).

Entre os dias 07 e 12 de julho de 2014

Local: Aquidabã.

Horário: das 9h às 17h

Fotos em alta resolução: https://www.flickr.com/photos/anacamilacom/sets/72157645037122050/

 

Assessoria de Imprensa (Salvador)

Flavia Vasconcelos | (71) 8666-1535 | jornalismo.flavia@gmail.com

Ana Camila | (71) 9148-4281 | 8771-2243 | contato@anacamila.com

 

Sobre o Grupo ACIDUM (Fortaleza/CE)

O Acidum é um projeto de coletivo nascido na cidade de Fortaleza-CE, que vem realizando trabalhos referentes à Arte Urbana. Criado pelo artista Robézio (a.k.a AC/D1), em 2006, já realizou diversas proposta de ações e interações coletivas com outros artistas pelo Brasil, tendo fechado uma primeira fase de cinco anos de experiência com mais uma ação no suporte de uma publicação (livro/obra), intitulada “Entregue às Moscas”, em outubro de 2011. Hoje, as ações do Acidum seguem encabeçadas pelo casal Terezadequinta e Robézio, assumindo vários trânsitos e facetas de atuação, além de ações colaborativas entre si, e com outros artistas em projetos diversos. Seja com murais, design, fotografia, grafite, Lambe-Lambe, Tatuagem, Stickers, Stencils, projetos áudio visuais ou exposições, o coletivo deixa uma de suas marcas principais que é o experimentalismo e sua matriz de inspiração na arte urbana.

 

CONTATOS: http://grupoacidum.art.br/

Robézio: +55 85 8698-0690

Tereza: +55 85 8505-3265

 

Sobre Derlon Almeida (Recife/PE)

A partir de pesquisas sobre a xilogravura popular e a Street Art desenvolveu obras com a influência da fundição desses dois gêneros da Arte Popular, criando um novo projeto de linguagem Contemporânea incorporando, nas obras, elementos do grafite e da xilogravura, estendendo os dois campos de atuação e subvertendo ambos os meios. Dessa maneira, desenvolve uma arte urbana com grafite e cartazes. Com poucas e contrastantes cores, apropriação da estética da xilogravura, criou uma simbiose da intervenção urbana com um dos principais meios de comunicação impressa da cultura popular

CONTATOS: contato@derlon.com.br l 85 9647-11670 / 11 95277-6780

Sobre Samuca Santos (Salvador/BA)

Samuca Santos, artista plástico grafiteiro, nascido em Salvador, em 1987, demonstrou ainda durante a infância seu interesse pelo mundo das artes visuais. Teve no desenho a primeira forma de expressão. Samuca utiliza o grafite como seu principal meio de expressão plástica, realizando pinturas pelas ruas de Salvador. Atua ainda como arte-educador, utilizando a arte do grafite como ação educativa com crianças e adolescentes residentes em bairros periféricos da cidade, além de estudantes de escolas e ONGS.

CONTATOS: samuel_ru18@yahoo.com.br | 71 9196-8315

http://samucasantoss.blogspot.com.br/

 

Sobre Tarcio Vasconcelos (Salvador/BA)

Sob a alcunha TarcioV, o artista destaca em seu trabalho a força e expressão das figuras humanas e suas relações no espaço em que se dispõem. Utiliza traços e tem o desenho como maior influência para executar seus trabalhos nas ruas. Em cada muro ou qualquer outro suporte, propõe uma reflexão ao espectador e abre mão das aplicações convencionais. A memória e vivências dos ambientes que frequenta, elementos significativos da cultura popular se mesclam com a ancestralidade e o sentido lúdico em cada trabalho que compõe.

CONTATOS: (71) 8770-2182 | tarciovasconcelos@gmail.com

Blog: http://tarciov.blogspot.com

Flickr: http://www.flickr.com/photos/tarciovm

 

SOBRE OS CURADORES

Quem é Xico Chaves?

Artista multimídia com extensa produção em artes visuais, música, teatro, TV, cinema e poesia, Xico Chaves é um dos principais artífices da cena cultural contemporânea brasileira. Formado em Artes e Ciências da Comunicação pela CEUB – DF, há quatro décadas ele vem trabalhando em múltiplos campos de expressão, forjando a sua trajetória através de linguagens diversificadas. Desde o início de sua trajetória, na década de 70, sua produção esteve centrada na pesquisa de novas formas de expressão, como os poemas gráficos e experimentações no campo da música eletroacústica. Nos anos 80, liderou a criação de alegorias e adereços poético-carnavalescos (artefatos de carnaval), com a fundação do Bloco Suvaco do Cristo e outros. Com o trabalho de pintura com minerais e pigmentos, participou da exposição “Como Vai Você, Geração 80”. Atuou em grandes projetos culturais e em parcerias com artistas como Nelson Felix. Xico é um desses casos raros de artista que se mantém na vanguarda há mais de quatro décadas. Ele trabalha de maneira lúcida e engajada diversas linguagens – pintura, criação de objetos, instalações, performances, intervenções, fotografia, vídeo e poesia, música etc. Como diretor do Centro de Artes Visuais da Funarte, vem contribuindo significativamente para o estímulo, difusão e fomento das artes visuais contemporâneas brasileiras. Xico Chaves participou de mais de 80 exposições nacionais e internacionais. Suas obras fazem parte de coleções como a do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo e a do Museu Nacional de Belas Artes, entre outras.

 

Quem é Luiza Interlenghi?

Crítica de arte, é Mestre em História Social da Cultura, PUC-RJ (1994) e Curatorial Studies, CCS, Bard College, NY (2002). É Professora do Dep. de Artes, PUC-RJ. Pesquisa a produção da arte contemporânea no Brasil nas décadas de 1990 e 2000, com interesse na percepção de instabilidade do campo da arte e nas estratégias dos artistas de intervenção institucional e de redefinição dos espaços da arte. É curadora de Desenlace – Teresa Serrano e Miguel Angel Rìos, Oi Futuro Flamengo, 2013, e de diversas exposições de arte contemporânea. É autora de vários textos para exposições, entre as quais a mostra itinerante Beatriz Milhazes: Um itinerário gráfico, SESC – Nacional (2012). Na Funarte – RJ e SP, curou Da rua que pintura é essa? (2009). Nas Cavalariças da EAV – RJ, co-curou Nudez e Território, Faperj – Edital de Apoio à Produção e Divulgação das Artes no Estado do Rio de Janeiro (2009) e dirigiu a EAV-Parque Lage (2008). Coordenou Exposições Temporárias no Museu Nacional de Belas Artes, (2005-06) onde co-curou Limite como Potência, entre outras exposições. Diretora do MAC-CE (2003-04), criou o Fala de Artista um ciclo de depoimentos e debate sobre a arte cearense e curou as exposições Experimental de intervenções urbanas e de ocupação das galerias do MAC-CE, além de Horas a Fio, de Elida Tessler, com uma grande instalação site-specific. Integrou comissões de seleção e premiação de vários salões de arte. Sua dissertação de mestrado O Jogo de Espaço – As Esculturas de Franz Weissmann em História Social (1994) destaca o período informal, na trajetória do escultor construtivo. Esta etapa, pouco discutida, repercutiu na escala adotada pelo artista e, permitiu a reconsideração da poética neoconcreta. Como projeto de conclusão do mestrado no CCS, NY, curou Shift com trabalhos de Danielle Web, Franklin Cassaro, Fernanda Gomes e Lúcia Koch, voltados para deslocamentos na percepção dos limites institucionais da arte por meio de estratégias simples de intervenção na galeria. Ainda em Nova York realizou a sessão de vídeos Something Nothing – A Passport to the State of Flux e pesquisou o Fluxus, tendo colaborado com Skuta Helgason em Fluxus Genetics, ambos na Art in General (2001). Foi curadora de Stroke, instalação de Ana Linneman na White Box Gallery, NY (2000). Na Funarte (1987- ) coordenou o Projeto Macunaíma, foi curadora e publicou diversos ensaios.

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Exposição “Música Preta Baiana” acontece em novembro no Visca Sabor & Arte

Patrocinada pela SecultBA, mostra expõe retratos de vinte músicos negros baianos e independentes

Em pleno mês da consciência negra no Brasil, o Visca Sabor & Arte sedia a exposição MPB – Música Preta Baiana. Idealizada pela fotógrafa Débora Monteiro e a jornalista Ana Camila, a mostra reúne fotografias de vinte músicos baianos, negros e independentes, em retratos em P&B. A abertura da exposição MPB acontece no dia 1º de novembro, quinta-feira, às 19h, e fica em cartaz até o último dia do mês, com entrada franca.

Como parte da programação do projeto, os músicos fotografados por Débora Monteiro se apresentarão às terças-feiras de novembro no palco do Visca, sempre às 20h com entrada franca. Serão cinco apresentações cada noite. Entre os artistas registrados pela lente da fotógrafa estão Larissa Luz, Dão, Flávio Assis, Mariella Santiago, Soraia Drummond, Jorge Hilton, Manuela Rodrigues, Peu Meurray e Afro Jhow.

A exposição MPB – Música Preta Baiana se pretende um evento de continuidade e convergência do atual momento da música baiana independente produzida pela comunidade negra. “Por isso a ideia de unir música e fotografia, para celebrar o som e a imagem da cultura afrodescendente na Bahia em um mesmo projeto, inspirado nos artistas que escolheram viver da música de forma independente”, ressalta Débora Monteiro.

Com apoio financeiro da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, através do Centro de Culturas Populares e Identitárias, a MPB fica aberta à visitação do dia 1º ao dia 30 de novembro no Visca Sabor & Arte, sempre das 18h às 02h, de terça a domingo, com entrada franca.

 

SERVIÇO

Exposição MPB – Música Preta Baiana

por Débora Monteiro

Abertura

1º de novembro (quinta-feira), às 19h

Local: Visca Sabor & Arte (Rua Guedes Cabral, 123, Rio Vermelho)

Entrada franca

Período de visitação

1º a 30 de novembro, das 18h às 02h, de terça a domingo

Entrada franca

Temporada “MPB no Visca”

Todas as terças-feiras de novembro (06, 13, 20 e 27), às 20h

Local: Visca Sabor & Arte (Rua Guedes Cabral, 123, Rio Vermelho)

Entrada franca

Informações: (71) 9148-4281

 

Informações à imprensa

Ana Camila | (71) 9148-4281 | contato@anacamila.com

 

Sugestão de entrevista

Débora Monteiro

Baiana, nascida em Salvador, Débora Monteiro descobriu a fotografia profissional no ano de 2004, através do fotógrafo Tadeu Miranda, um dos mais conceituados fotógrafos da capital baiana, que com muito carinho e atenção lhe ensinou o tão sonhado ofício. Formada em Publicidade e Propaganda, Débora Monteiro já participou de produções de moda, ensaios fotográficos, editoriais, ensaios sensuais, shows, eventos e sempre esteve em busca de novos conhecimentos e desafios. Em seus trabalhos fotográficos, preza pela naturalidade e simplicidade de uma bela imagem, focando na espontaneidade. Nos últimos anos vem se dedicando à fotografia na área musical, clicando shows e ensaios para divulgação de artistas. Em 2011, Débora fotografou mulheres do samba da Bahia, e expôs no Pelourinho, e a mostra MPB – Música Preta Baiana é a sua segunda exposição na área da “fotografia musical” com ênfase na música negra.

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Esculturas em pedra portuguesa compõem exposição do artista baiano Jovan Mattos

Mostra percorre três cidades baianas e conta ainda com obras de quatro fotógrafos convidados. Abertura acontece em Valença dia 10 de julho

Compondo um visual característico das ruas de Salvador, as famosas pedras portuguesas inspiraram a exposição “Minérios”, do artista baiano Jovan Mattos. As esculturas são parte da mostra, que busca criar um universo que remete aos centros urbanos de Salvador, suas imagens e seu cotidiano. Entre os meses de julho e outubro, as cidades de Valença, Alagoinhas e Salvador irão receber as obras, no projeto que inclui ainda visitas guiadas pelo artista.

Objetos precários, carros de catadores de resíduos, bancos de madeira de ambulantes e caixas de isopor, todos deteriorados pelo uso e tempo, são apropriados e interferidos com formas orgânicas de pedra portuguesa, focando questões urbanas do velho centro de Salvador, a exemplo do universo diurno e noturno do Politeama, Avenida Carlos Gomes e Avenida Sete de Setembro.

A mostra contempla ainda a participação dos artistas convidados Erivan Morais, Rosa Bunchaft, Umeru Bahia e Edgard Oliva, que dialogam com o tema a partir de suas obras fotográficas. A exposição promove, assim, uma criação coletiva sobre um universo que abrange o imaginário de todo artista habitante das grandes cidades. Jovan Mattos experimenta com uma técnica tradicional e a insere na contemporaneidade, fundindo a pedra portuguesa com objetos deslocados do cotidiano. Ao sair das ruas para as galerias, as pedras trazem em si realidades particulares e coletivas através da sua função no mundo real, suas marcas de trabalho e de tempo.

A exposição produz ainda um catálogo, que será distribuído em escolas públicas e outros pontos de interesse nas cidades que sediam as mostras. O projeto “Minérios” foi selecionado pelo Edital Setorial de Artes Visuais 2014 – 17/2013, da Secretaria da Cultura do Estado da Bahia, através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), com recursos do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).

 

SERVIÇOS

Exposição “Minérios”, de Jovan Mattos

Artistas convidados: Erivan Morais, Rosa Bunchaft, Umeru Bahia e Fabio Duarte

 

VALENÇA

Abertura e visita guiada: 10 de julho de 2015 (sexta-feira)

Período de visitação: 11 de julho a 02 de agosto (seg-sex)

Horários: de 9h às 12 e de 14h às 22h

Local: Centro de Cultura Olívia Barradas (Rua Maestro Barrinha, S/N, Graça. Valença/BA)

Informações: 75 3641-3594 / 3643-2280 / 71 9322-7386

 

ALAGOINHAS

Abertura e visita guiada: 07 de agosto de 2015 (sexta-feira)

Período de visitação: 08 de agosto a 1º de setembro (seg-sex)

Horários: de 9h às 18h

Local: Centro de Cultura Alagoinhas (Rua Coronel Filadelfo Neves, s/n – Alagoinhas/BA)

Informações: Informações: 75 3421-5608 / 3422-1901/ 71 9322-7386

 

SALVADOR

Abertura: 04 de setembro de 2015 (sexta-feira)

Período de visitação: 05 de setembro a 04 de outubro (que dias da semana?)

Horários: de 12h às 18h (ter-sex), de 12h às 17h (sáb-dom-feriados)

Local: Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Mattos, 45 – Pelourinho)

Informações: (71) 3116-6743 / 71 9322-7386

Visita guiada: 08 de setembro de 2015 (sábado)

 

Entrada franca

Classificação livre

Realização: Lilaz Produções

Patrocínio: Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, através da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), com recursos do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA)

Informações: Simão Augusto e Inajara Diz

Telefones: (71) 9229-6767 | 9322-7386

E-mail: lilazproducoes@gmail.com

 

Informações à imprensa:

Ana Camila | (71) 9148-4281 | 8771-2243 | contato@anacamila.com

 

FICHA TÉCNICA

Jovan Mattos – Artista Plástico

Erivan Morais – Fotógrafo

Umeru Bahia – Fotógrafo

Edgard Oliva – Fotógrafo

Rosa Buchaft – Fotógrafa

Inajara Diz Santos – Produtora

Simão Augusto Lopes Fernandes dos Santos – Produtor

Ana Camila Comunicação & Cultura – assessoria de imprensa

Viviane Freitas – projeto gráfico

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Artista plástico italiano expõe em Salvador no Museu de Arte Sacra

Em fevereiro e março, Flavio Marzadro apresenta obras que recortam pedaços da história do Concilio de Trento

 

Com sua arte sensível e de forte dimensão sociológica, o artista plástico italiano Flavio Marzadro apresenta nos meses de fevereiro e março, em Salvador, a mostra “Memórias do Concilio de Trento: elementos de micro-história”. A exposição é gratuita e se realiza no Museu de Arte Sacra (no 2 de Julho). A abertura acontece no dia 19 de fevereiro (terça-feira), às 19h.

Nesta mostra, Flavio Marzadro recorta pedaços da história e nos confronta com o que conhecemos do Concílio de Trento como evento histórico. Com esta experiência, o artista faz ainda um mergulho em seus antepassados, pois, mesmo que radicado no Brasil há pouco mais de três anos, continua com fortes vínculos com Trento, sua região natal, situada no norte da Itália.

A curadoria de Lêda Doborah selecionou um conjunto de obras de Marzadro que explora poeticamente a relação entre o homem trentino e suas memórias em um período tão marcante para aquela sociedade, mas também para toda a cultura ocidental. Esta relação é problematizada através da apresentação descontextualizada e revisitada de representações de artefatos que compuseram a cultura material ou a micro-história do Concílio de Trento.

A partir deste conceito, o artista Flavio Marzadro busca, segundo suas próprias palavras, “ver, ler, revelar e intervir poeticamente sobre os significados que estão nas coisas, artefatos da cultura material, que estão esquecidos, invisíveis, por hábito, preguiça ou cegueira social”.

AS OBRAS

Para esta Mostra, a curadora Lêda Deborah e o artista Flavio Marzadro selecionaram 18 obras de arte que expressam, revelam e discutem fragmentos micro-históricos das memórias de uso do Concílio de Trento. As obras de arte foram divididas em três grandes grupos: um primeiro formado por quadros bidimensionais em técnica mista, construídos a partir do artefato material pavimentação das igrejas do Concílio de Trento; um segundo formado por baixo-relevo em gesso e cimento que nos fazem mergulhar nos sentimentos cotidianos e angustiantes daquele período de forte transformação sociocultural; e um terceiro de reflexão sobre o próprio processo de produção artística de Marzadro.

CONFERÊNCIAS

Como parte da mostra, o artista e também pesquisador projetou um Ciclo de Conferências associado ao mesmo tema da exposição: a influência do Concílio de Trento na arquitetura e nas artes. Serão quatro mesas de debate, uma por cada semana de realização da Mostra, sempre às quartas-feiras, com temas que se complementam e ampliam a discussão proposta, todas mediadas pelo artista. Os temas são: a importância do Concilio de Trento na História (dia 20/02), na Arquitetura Lusobrasileira (27/02), nas artes no Brasil (06/03) e na música barroca (13/03). As conferências serão ministradas por pesquisadores das respectivas áreas, da UFBA, UFRB e da Universidade Católica do Salvador, entre os quais Eugenio Lins, Lula Carvalho, Mauricio Bentes e Neila Marcial.

Todas as conferências serão realizadas no Museu de Arte Sacra da UFBA e a realização também será uma atividade de extensão do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Bahia.

 

SERVIÇO

Exposição “Memórias do Concilio de Trento: elementos de micro-história”, de Flavio Marzadro

Local: Museu de Arte Sacra da Bahia (Rua Sodré, 276 – Dois de Julho). Telefone: (71) 3243-6511

Abertura: 19 de fevereiro de 2013 (terça-feira), às 19h

Período de Visitação:

20 de fevereiro a 18 de março de 2013 (seg a sex), das 11h30 às 17h30

Visitação gratuita

 

Informações à imprensa:

Ana Camila | (71) 9148-4281 | contato@anacamila.com

Maria Clara Lima | (71) 8111-8417 | mariaclara.lima@gmail.com

 

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Sobre o Concílio de Trento

O Concílio de Trento foi um acontecimento histórico da Igreja Católica, realizado entre 1545 e 1563, em reação a difusão do protestantismo na Europa, que promoveu uma grande reforma nas bases do catolicismo, chamada de Contra-Reforma. Para opor-se ao protestantismo, o concílio emitiu numerosos decretos disciplinares e especificou claramente as doutrinas católicas, como a salvação, os sete sacramentos (por exemplo, confirmou a presença de Cristo na Eucaristia), a doutrina da graça e do pecado original, a liturgia e o valor e importância da Missa, o celibato clerical, a hierarquia católica, o culto dos santos, das relíquias e das imagens, , o cânone bíblico (reafirmou como autêntica a Vulgata), as indulgências e a natureza da Igreja.

 

Sobre o Artista

Artista italiano, Flavio Marzadro teve sua primeira formação acadêmica como sociólogo, pela renomada Università degli Studi Di Trento (1999), período durante o qual se dedicou à sociologia da arte, aprofundando seus conhecimentos teóricos para a sua prática artística e afirmando-se como artista pesquisador. A partir de então, colaborou com diferentes instituições que lidavam com imagem e identidade, investigando seus processos de criação, seja na Itália que em Londres, onde morou por alguns anos.

Sua formação prática em artes começa, assim, a partir dos seus estudos teóricos, sempre associada a linhas de pesquisa e intervenção socioartística. Flavio Marzadro revelou-se desde cedo como um artista interessado na matéria, tanto do ponto de vista da plasticidade, quanto do ponto de vista da sua historicidade.

Seus estudos envolveram diferentes cursos de formação (muitos em cerâmica, com maestri de Faenza e Venezia; outros em vídeo, outros em monotipia; etc), viagens de estudos, exposições coletivas (Faenza, Rapino, Venezia) e experiências em grupos de práticas de arte. Sua produção artística está construida em cima de uma intensa busca por coerência com seus percursos de pesquisa, explorando no limite de diferentes materiais, como a cerâmica, o gesso e o silicone.

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Eder Muniz apresenta exposição na Galeria ACBEU em parceria com o americano Paul Santoleri

Intitulada “Mutantes”, a mostra fica em cartaz durante todo o mês de março em Salvador

O artista plástico Eder Muniz, conhecido pelo seu trabalho com o grafite nas ruas de Salvador, inaugura a exposição “Mutantes”, ao lado do americano Paul Santoleri no dia 1º de março (sexta-feira), às 19h, na Galeria ACBEU (Vitória). A mostra coletiva reúne trabalhos dos dois artistas em formatos diversos, e que focam na relação homem-natureza no universo das grandes cidades.

Durante todo o mês de março, o público poderá conferir obras com a aplicação de várias técnicas como o grafite, a pintura em tela e colagens em diferentes suportes. A ideia é ocupar o espaço da galeria de forma interativa e versátil, levando o público a se tornar um pouco mais íntimo do processo criativo dos dois artistas.

O homem e sua relação com a natureza é tema comum entre Eder Muniz e Paul Santoleri. Na mostra ‘Mutantes”, o objetivo é explorá-lo em todos os seus aspectos através de cores e formas, possibilitando a ampliação do olhar do público para o “invisível” que está por trás de cada coisa, ação ou do detalhe de uma imagem. Mostrar a natureza como mutante que pode se tornar gigante a ponto de engolir a cidade, numa inversão do processo mais comum em grandes cidades, é a base do processo criativo de Muniz e Santoleri para esta mostra.

“Mutantes” ficará em cartaz entre os dias 02 e 31 de março na galeria do ACBEU (Corredor da Vitória), com visitação gratuita.

 

SERVIÇO

Exposição “Mutantes”, de Eder Muniz e Paul Santoleri

Local: Galeria ACBEU (Av. Sete de Setembro, 1883, Corredor da Vitória. Telefone: 71 3444-4411 –www.acbeubahia.org.br)

Abertura: 1º de março de 2013 (sexta-feira), às 19h

Período de visitação:

De 02 a 30 de março de 2013 de segunda a sexta, das 14h às 20h; sábados das 16h às 20h.

Visitação gratuita

 

Informações à imprensa:

Ana Camila | (71) 9148-4281 | contato@anacamila.com

Gisele Santana | (71) 8872-5492 | jornalismo.gi@gmail.com

 

Sobre Eder Muniz

Ativo nas ruas de Salvador/BA há mais de 15 anos, Muniz desenvolveu sua arte de modo autodidata, experimentando com o spray nas ruas da cidade. O cenário da arte de rua mudou aos seus olhos quando começou a desenvolver técnica misturando arte plástica e grafite. Muniz incorpora ao seu trabalho figuras humanas, animais e a diversidade do abstrato e o surreal. Nessa mistura ele dialoga com a cidade e seu meio, o equilíbrio entre a natureza e seres humanos de maneira poética simples e singular.

 

Sobre Paul Santoleri

Trabalhando como artista profissional desde 1993, Santoleri trabalha com o tema da natureza, inspirado por locais e contextos que se movem suas linhas e formas em direções orgânicas e rítmicas. Ele cria seu trabalho tanto no estúdio como nas paredes, pisos e tetos de espaços públicos e privados em todo o mundo. Estes incluem prédios públicos, como bibliotecas e museus, além de ruas e becos, túneis e pontes. Seu trabalho vem do impulso de desenhar e dançar com as linhas que existem na natureza e arquitetura. Muitas de suas peças são efêmeras, outros, como a grande pintura do tanque de óleo que ele criou para a agência de turismo na entrada de sua cidade natal, Filadélfia são mais permanentes. Santoleri está aqui em Salvador para continuar este trabalho, absorvendo energias e compartilhando o seu trabalho.

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